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Da Bahia à Escandinávia: Sustentabilidade na Moda com Alma



Copenhagen Fashion Week, primavera verão 2025
Copenhagen Fashion Week, primavera verão 2025 — Foto: Getty Images

Paris, Milão e Nova York têm suas Semanas de Moda. Mas quem dita o futuro da moda sustentável é Copenhagen. Como isso dialoga com o propósito da Clara Arruda?

 

1. Copenhagen Fashion Week — líder em sustentabilidade global

Desde 2023, as marcas que desfilam na Copenhagen Fashion Week (CPHFW) devem cumprir padrões rígidos: ao menos 50% da coleção precisa ser composta por materiais certificados, reciclados, recicláveis ou upcycled, e toda cadeia produtiva precisa declarar compromisso ético e ambiental. São mínimos obrigatórios sustentados por métricas de emissões e condições sociais dentro de toda a cadeia de valor.

Além disso, Copenhagen busca reduzir 50% das emissões de carbono até 2019 e tem implementado frameworks robustos para ajudar marcas que desejam se tornar sustentáveis de verdade.

 

2. Marcas dinamarquesas como Ganni: moda com propósito e pegada real

Uma das maiores referências atuais é a marca Ganni: conhecida pela estética vibrante, aposta na sustentabilidade e teve redução de 7% em emissão de carbono desde 2021, mesmo crescendo em receita. Entre as ações destacadas: eliminação do couro virgem, coleções rental (“Ganni Repeat”) e colaboração com tecnologia de reciclagem, como o uso de fibras derivadas de cascas de uva.

 

3. Dinamarca e o movimento slow fashion com raízes profundas

Na Dinamarca, a moda é vista como cultura, qualidade e ética — não como consumo descartável. O país investe em moda lenta (slow fashion), valorizando longevidade, reparo, materiais reciclados e design que encoraja o uso consciente. Alguns dos maiores eventos da moda sustentável nasceram e se desenvolveram nesse contexto, influenciando o mundo todo.

 

Como a Clara Arruda ecoa essa lógica por aqui?

Design com significado, produção autêntica e afetiva: Assim como a moda escandinava, a Clara Arruda produz com lógica slow fashion. Trabalhamos com modelagens duradouras, materiais naturais, produção 100% nacional, e storytelling que conecta o consumo à cultura do sertão nordestino e ao propósito genuíno. Também promovemos consumo consciente com responsabilidade social — valores que estão alinhados com o que Copenhague se tornou referência.

 

4. Inclusão e protagonismo feminino com propósito

A cena de Copenhague tem uma taxa impressionante de liderança feminina na moda: em um recente evento, 26 das 42 marcas participantes eram fundadas e lideradas por mulheres, destacando a igualdade, a representatividade e a criatividade com impacto social.

Na Clara Arruda, temos o nosso legado feminino — da Edileuza ao selo Clara — como alma e propósito. Criamos moda para mulheres reais, protagonizando a própria história com autoestima e pertencimento.

 

5. Esses valores transcendem tendências — constroem afinidade real

Quando uma marca sustenta seus princípios com coerência, ela não se limita à moda. Conquista confiança, lealdade e vocação para ser lembrada. E isso é exatamente o que acontece com as marcas dinamarquesas mais admiradas no mundo hoje — e é por isso que a Clara Arruda segue decidida a construir algo permanente, simbólico e relevante.

 
 
 

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